Mostrando postagens com marcador textículo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador textículo. Mostrar todas as postagens

domingo, 4 de agosto de 2013

Os Protestos no Brasil e Marketing de Oportunidade

por Walter Cabral


Como vocês viram, o Brasil passa (ou passou?) por um momento de grande mobilização social. Em um movimento digno dos caras pintadas, vimos jovens cansados do revés político que nos rege como país. Sendo assim, milhões de nós foram às ruas bradar palavras de ordem, progresso e restruturação. Agora, o que isso tem a ver com marketing?
Um partido chamou atenção desde o começo, o PSOL. Sempre presente nos protestos, ele ganhou destaque principalmente pelo desconforto que gerou. Em quase todos que participou, houve casos de confusão entre manifestantes apartidários e partidários, o primeiro grupo dizendo que era um movimento sem fins políticos, que o partido queria apenas aproveitar do movimento, etc. Sinceramente, eu não sei qual foi a real intenção, mas sei que o partido ganhou uma força absurda. Embora uma minoria, foi o nome mais citado nos protestos do Rio de Janeiro. Tiro no escuro ou planejamento de marca?
Colocando os ideais políticos, a análise do marketing de oportunidade é bem interessante.
“Falem bem, falem mal. Mas falem de mim”

domingo, 28 de julho de 2013

Marketing Papal

Se existe alguém nesse mundo que conhece de Marketing Pessoal é o Papa Francisco. Por favor, não entendam como um desrespeito pelo padre de posto mais elevado da Igreja Católica.

Fazer-se notar por suas competências e habilidades é a essência do Marketing Pessoal e isso Francisco  faz com destreza. Sabe se portar, se impôr, ser ouvido. É referência e passa seus ideais de forma perfeita. Obviamente é facilitado pelo alto grau de exposição que o próprio cargo o impõe. Mas por que Bento XVI não conseguiu se destacar como ele?

É claro que o carisma de cada um facilita – e muito – a criação da imagem da Santidade na cabeça de seus fiéis, mas vai além. Técnicas de dialética, o olhar, a postura, a escolha de palavras, as roupas, tudo é utilizado para tocar a parte mais vulnerável de seus clientes, ouvintes, fiéis, na hora de fazer seu marketing pessoal: o coração.

O papa Francisco jajá vai virar marca. Nem que seja de oração.